quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Saiba á importancia do sinal da cruz

Significado do Sinal da Cruz

Muitos de nós nos benzemos com o sinal da cruz, mas 
não paramos para meditar cada gesto que forma 
o sinal em nossa face. Alguns de nós pode 
ter aprendido este significado quando ainda era
 muito pequeno, no tempo 
da catequese, e por essa razão 
ter esquecido. Outros nunca tiveram 
acesso a essa explicação.
O sinal da cruz não é apenas um gesto
 simbólico. Cada uma das
 suas três partes tem um significado. Com o dedo po
legar inicia-se:
Pelo sinal, da Santa cruz. Esta cruz é feita na testa. 
O seu significado é livrar a nossa
 mente dos pensamentos ruins, negativos e desanimadores.
Livra nos Deus, Nosso Senhor. Este sinal é feito em 
cima de nossa boca. O seu significado é poupar a nossa 
palavra de magoar, ferir e até mesmo matar quem nos ouve. 
Sabia que a palavra mata, fere? Assim, nós pedimos, com o 
sinal da cruz, que saiam 
de nossa boca só palavras de paz, amor, 
encorajamento e fé.
Dos nossos inimigos. Este sinal é feito sobre o nosso peito.
 O seu significado é proteger o nosso corpo,
 o nosso coração, de todos aqueles que nos
 quiserem fazer o mal. E que este mal jamais
 parta de nós mesmos.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém. 
Façamos o sinal da cruz com a mão direita aberta,
 toque a testa com a ponta
 dos dedos, dizendo: "Em nome do Pai ..." desça em linha
 vertical até a altura do estômago: "...e do Filho..." leve a mão
 ao ombro esquerdo: "...e do Espírito Santo"..., leve a mão
 ao ombro direito e conclua: "Amém". E não precisa da
r o "tapinha na boca" nem beijar os dedos. 
Devemos sempre através de nosso exemplo
 de Cristãos autênticos buscar corrigir nosso
 irmãos que ainda não conhecem e ensiná-los 
o significado importantíssimo do sinal da cruz, 
usando-o é claro, o bom senso para não ferir nem 
magoar ninguém. Sinal este que hoje, muitas vezes,
 passa despercebido seu verdadeiro significado.

Oração mais do que perfeita para nossas vida

PAI NOSSO



Pai nosso, que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra, como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Nunca devemos desobedecer ao Senhor


Obediência, nossa resposta ao Senhor

A Bíblia diz: àquele que tem, dar-se-á mais ainda. E àquele que não tem, até aquilo que ele pensa ter vai perder. Porque Deus é assim: se obedeço, o Senhor vai me dando mais sabedoria; se sou dócil, Ele me responde mais e mais e vou crescendo, justamente em obediência e sabedoria.


Mas se Deus fala, mostra, e não obedeço, vou ficando "casca dura", ficando surdo. O Senhor não se cala, mas eu vou ficando surdo, calejado em não ser mais capaz de entender o que Ele está mostrando e em não obedecer. Mas Deus Pai nos dá uma grande chance de aprender a sabedoria em todas as coisas de nossa vida. Comece a fazer isso, a partir de agora; se você já fazia, melhor ainda; se não, comece a fazer:


- Pergunte a Deus sobre tudo;


- Comece a colher lá dentro de você a resposta do Senhor, espere essa resposta;


- Uma vez que o Todo-poderoso lhe deu a resposta, obedeça.


São três coisas simples: pergunte tudo, colha a vontade de Deus lá no fundo do seu coração e, terceiro, obedeça.


Deus o abençoe!

Dessa forma que devemos fazer

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Entre pessoas e povos, perdoar sempre

A melhor forma de vencer o mal é justamente valorizar o bem

O coração de Deus é apaixonado pelo ser humano, criado por Ele à Sua imagem e semelhança. O Todo-poderoso não nos ama porque sejamos amáveis, mas para que sejamos bons. Seu amor é gratuito. Esta paixão de amor se manifesta de modo único na misericórdia, com a qual as feridas são sanadas e todos podem erguer-se do chão pisado dos próprios pecados. O Senhor põe num prato da balança nossas falhas e no outro a obra de Suas mãos, para dizer, continuamente, que somos mais importantes do que todos os limites. Acreditar no Pai misericordioso!
Trata-se de uma história de salvação a que Deus constrói conosco, infinitas vezes renovada quando d'Ele nos aproximamos. Desde o princípio, os apóstolos de Jesus e Seus discípulos de todos os tempos tiveram que entrar nessa aventura da misericórdia. Em nome dos outros, coube a Pedro perguntar a Cristo sobre a “contabilidade” da misericórdia (Cf. Mt 18, 21-35). O perdão recebido de Deus há de ser repartido setenta vezes sete vezes! É para trazer os critérios do céu à terra. Como Deus nos deu o precioso dom da liberdade, assenta-se conosco à mesa da vida para barganhar! Doa uma misericórdia infinita, mas exige a contrapartida. Quer uma opção consciente pelo perdão e pela misericórdia, de cuja presença o mundo tem sede e fome. Escolher o caminho do perdão!
A prática se inicia em casa, estende-se ao trabalho e à convivência comunitária e social. Dar o perdão e pedir perdão é um bom começo. Quem espera o esquecimento para dizer que perdoou as faltas alheias não entendeu a misericórdia. Merecimento tem quem acolhe a outra pessoa mesmo lembrando as ofensas! E esta é uma verdadeira ginástica, que pede muitas vezes esforço hercúleo, de homens e mulheres fortalecidos pelo Espírito Santo, dispostos a acolher este dom vindo do alto. Dar o primeiro passo!
“O rancor e a raiva são coisas detestáveis; até o pecador procura dominá-las...Há pessoas que se exercitam no autocontrole dos impulsos naturais da raiva. Não se trata apenas de “contar até dez”, mas olhar as pessoas e os acontecimentos com os critérios de Deus, descobrindo que em todos existe uma marca de bondade, maior do que o mal que assola. Abrir-se para a cura que Deus quer realizar!
Temos à disposição, pela bondade de Deus, o sacramento da reconciliação ou penitência, a confissão. Quem não o procura desperdiça a oportunidade única da graça. E sabemos que de um modo ou de outro as pessoas acabam falando de seus problemas. Mas é só nesse sacramento que se pode ouvir a sentença da misericórdia: “Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Celebrar a misericórdia no sacramento!

A melhor forma de vencer o mal é justamente valorizar o bem existente em nossos ambientes. Do fundo do mar em que o homem bíblico via uma imagem do mal, emerge como ponta de um iceberg a força da marca criadora de Deus, que fez a todos para a realização e a felicidade. O bem é maior do que o mal!

Muitos terão condições de intervir nas estruturas da sociedade, para mediar os conflitos entre pessoas e grupos, exercendo um papel de inestimável valor. É o perdão em processo! Entre pessoas e povos, perdoar sempre!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Com certeza Deus Está entre nós

Linda musica como seria  bom 
se seguirmos essas lindas letras que nós é transmitida atreves dessa voz muito bonita que Deus Abençor.

Sera que vale á pena não acreditar em Cristo

O barbeiro
Um homem como de costume foi ao barbeiro cortar o cabelo e fazer a barba.
Como eram conhecidos, o barbeiro e o cliente, enquanto o serviço era executado conversavam sobre diversos assuntos ate que o barbeiro comentou:
- Deus não existe!
O cliente surpreso, perguntou:
- Como e que e? Deus não existe?
E o barbeiro argumentou:
- Isso mesmo que você ouviu. Deus não existe! Vejo todos os dias na televisão crianças passando fome, vivendo na miséria, políticos roubando impunemente, inocentes morrendo de maneira bárbara e tantas outras coisas revoltantes.
Você acha que se Deus existisse Ele permitiria tanta injustiça?
- Deus não existe!
O cliente ouviu tudo muito atento.
Enfim o corte ficou pronto e a barba estava feita, o cliente levantou-se, pagou a conta e saiu refletindo sobre tudo o que houvera escutado do barbeiro até que se deparou com um mendigo na esquina, sentado no chão com os cabelos embaraçados, batendo nos ombros e com a barba enorme ainda por fazer. Vendo isso voltou na mesma hora a barbearia e chegando afirmou:
- Barbeiros não existem!
O barbeiro ouvindo isso, não entendeu, mas o cliente reafirmou:
- Barbeiros não existem!
- Como não existem? Eu estou aqui, sou barbeiro. Você deve estar ficando doido, como você diz pra mim que eu não existo. Sou um barbeiro. Então o cliente explicou:
- Chegando à esquina vi um homem com os cabelos grandes e embaraçados e com a
barba por fazer. Se barbeiro existisse ele não estaria assim.
- Ah, eu existo, sim! O problema e que ele nunca veio ate aqui cortar o cabelo e fazer a barba.
- Pois e, disse então o cliente, Deus também existe, o problema e que as pessoas não vão ate Ele, por isso sofrem. Deus esta sempre de portas abertas todos os dias aguardando que a gente resolva arrumar nossas vidas.

Aridez espiritual


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Quanto mais a noite fica escura, mais perto está a aurora
Muitas vezes, podemos passar por algum período de aridez espiritual, isto é, não temos vontade de rezar, torna-se difícil participar da Santa Missa, a reza do terço fica pesada, entre outros. Até mesmo a Sagrada Comunhão se torna um sacrifício diante das dúvidas que podem atingir a nossa alma. Parece que o céu sumiu.

Como vencer esse estado de espírito no qual parece que Deus está longe e que nos falta a fé? Primeiro, é preciso verificar se esta situação não é tibieza, ou seja, causada por nossa culpa em não perseverar no cuidado da vida espiritual, e, sobretudo, verificar se não há pecados graves em nossa alma, que possam estar afugentando dela a graça de Deus.
Se não houver pecados na alma, então, é preciso antes de tudo, calma, paciência e perseverança nos exercícios espirituais: oração, vida sacramental, caridade, penitência, entre outros. Mesmo sem vontade ou sem gosto, continuar, sem jamais parar, os exercícios espirituais.

O Senhor, às vezes, permite essas provações para que aprendamos a “buscar mais o Deus das consolações do que as consolações de Deus”, como ensinou um santo. São João da Cruz, místico que tanto experimentou o que chamou de “noite escura da fé”, afirmou que “o progresso da pessoa é maior quando ela caminha às escuras e sem saber.”
Muitas vezes, nos deleitamos nas orações gostosas, cheias de fervor sensível, como crianças quando comem doces. Mas quando vem a luta deixamos a oração. Veja o que nos diz a Palavra de Deus: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s). Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?… Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos… Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida? Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade” (Hb 12,5-10).
Deus nos quer santos, e é também algumas vezes pela provação e pela aridez espiritual que Ele arranca as ervas daninhas do jardim de nossas almas. Coragem, alma querida de Deus! Jesus disse que Ele é a videira verdadeira, e Seu Pai o bom agricultor, que podará todo ramo bom que der fruto, para que produza mais fruto (cf. Jo 15,1-2).

Não podemos querer apenas o açúcar do pão e renegar o pão do sacrifício. Às vezes, a meditação é difícil, a oração é penosa, distraída, surgem as noites e as trevas… Nessas horas é preciso silêncio, abandono, paciência. O Esposo há de voltar logo… Em breve vai raiar a aurora e os fantasmas vão sumir.

Quanto mais a noite fica escura, tanto mais perto nos aproximamos da aurora. Deus sabe pelo que estamos passando, louvado seja o Seu santo Nome! É hora de abandono em Suas mãos paternas.

Em meio às trevas alguns sentem o coração como se fosse de gelo, não sentem mais amor a Jesus, perdem a piedade, se sentem condenados. Que desoladora confusão espiritual! Nessas horas a única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele na fé; confiança e abandono, irmão! Só o Senhor sabe o caminho para sairmos deste matagal fechado e escuro.
Deus nos prepara para a contemplação pelas provas passivas, ensinam os santos. Ele as produz e a alma apenas tem que aceitar. É o duro caminho dos que querem a perfeição. Ele está purificando a alma; o Cirurgião Celeste está nos operando a alma.
São João da Cruz fala da famosa “noite dos sentidos” cheia de aridez e de provação, um verdadeiro martírio para a alma. Segundo o santo doutor, é Jesus que chama a alma a caminhar com Ele no deserto, mesmo queimando os pés e sendo queimado pelo sol, para se santificar.

Calma, alma querida de Deus, Ele faz isso porque o ama muito! O fogo bom não é aquele “fogo de palha”, alto e bonito, mas rápido, que logo se apaga; mas é o fogo baixo que pega na lenha grossa e permanece por muito tempo. O fogo de palha é só para começar…
É isso que está acontecendo; não se assuste; não se preocupe porque o gosto de rezar sumiu e se tornou agora um sacrifício penoso… Fé não é sentimento e muito menos sentimentalismo; fé é adesão, com a mente, a Deus, às Suas verdades e às Suas determinações. Não se preocupe em estar ou não “sentindo” fé ou devoção; apenas viva-a; vá à Missa, ao grupo de oração, ao terço, com ou sem vontade, com ou sem gosto, com ou sem sentimento. Assim, temos mais méritos ainda diante de Deus.