segunda-feira, 14 de novembro de 2011
A confiança na Divina Misericórdia
Não devemos colocar a nossa confiança nas coisas passageiras
Uma das características fundamentais da devoção da Divina Misericórdia é a confiança. Sempre que falamos de confiança, e procuramos um símbolo, algo a quem podemos associar esta palavra, nos lembramos da criança, da sua atitude de lançar-se sem medo nos braços dos pais. É a mesma atitude que Deus espera de cada um de nós se queremos que Ele esteja sempre ao nosso lado. “Estarei sempre a teu lado se fores sempre como uma pequena criança e de nada tiveres medo, assim como fui aqui teu princípio, assim também serei teu fim. Não dependas das criaturas, ainda que seja na mínima coisa, porque isso não me agrada” (Diário de Santa Faustina, número 294).
Jesus promete estar sempre ao nosso lado se formos sempre como uma pequena criança e de nada tivermos medo, pois, assim como Ele foi o princípio da nossa vida, Ele também será seu fim.
Para que fique bem claro que não devemos colocar a nossa confiança e esperança nas coisas passageiras deste mundo, para que não venhamos a nos decepcionar e, desta forma, acusar a Deus de nos ter abandonado, Ele nos diz: “Não dependas das criaturas, ainda que seja na mínima coisa, porque isso não me agrada”. Não agrada a Jesus que dependamos das criaturas, ainda que seja nas mínimas coisas. E o Senhor conclui dizendo: “Quero ficar só Eu na tua alma” (D., número 295).
Jesus nos conhece perfeitamente e sabe que as nossas relações humanas estão, muitas vezes, viciadas, a ponto de até dependermos emocionalmente das pessoas. Ele quer nos libertar disso, pois a nossa felicidade está somente em sermos totalmente de Deus. Por isso, Cristo nos alerta sobre a necessidade de sermos como as crianças, despreocupadas e desapegadas em relação às pessoas. Se observarmos uma criança brincando, ela não quer saber de nada nem de ninguém a não ser de brincar. “A criança não se preocupa com o passado nem com o futuro, mas aproveita o momento presente” (D., n. 333). Elas nos ensinam concretamente a viver a palavra do Evangelho: “A cada dia basta suas próprias preocupações”.
Devemos aprender esta realidade: só é nosso o momento presente. O passado não está nas nossas mãos e não podemos corrigir os erros que cometemos, pois nos resta apenas colocar todo o nosso passado na Misericórdia de Deus. O futuro ainda não chegou. O futuro a Deus pertence. Devemos aproveitar o momento presente. Quem vive no (e para o) momento presente vive com uma confiança absoluta de que Deus não nos deixa faltar nada, pois Ele cuida de cada pequeno detalhe de nossa vida.
Esta é a verdade que eu devo assumir na minha vida. Deus cuida de mim, da minha parte quer somente que n'Ele confie.
Para que fique bem claro que não devemos colocar a nossa confiança e esperança nas coisas passageiras deste mundo, para que não venhamos a nos decepcionar e, desta forma, acusar a Deus de nos ter abandonado, Ele nos diz: “Não dependas das criaturas, ainda que seja na mínima coisa, porque isso não me agrada”. Não agrada a Jesus que dependamos das criaturas, ainda que seja nas mínimas coisas. E o Senhor conclui dizendo: “Quero ficar só Eu na tua alma” (D., número 295).
Jesus nos conhece perfeitamente e sabe que as nossas relações humanas estão, muitas vezes, viciadas, a ponto de até dependermos emocionalmente das pessoas. Ele quer nos libertar disso, pois a nossa felicidade está somente em sermos totalmente de Deus. Por isso, Cristo nos alerta sobre a necessidade de sermos como as crianças, despreocupadas e desapegadas em relação às pessoas. Se observarmos uma criança brincando, ela não quer saber de nada nem de ninguém a não ser de brincar. “A criança não se preocupa com o passado nem com o futuro, mas aproveita o momento presente” (D., n. 333). Elas nos ensinam concretamente a viver a palavra do Evangelho: “A cada dia basta suas próprias preocupações”.
Devemos aprender esta realidade: só é nosso o momento presente. O passado não está nas nossas mãos e não podemos corrigir os erros que cometemos, pois nos resta apenas colocar todo o nosso passado na Misericórdia de Deus. O futuro ainda não chegou. O futuro a Deus pertence. Devemos aproveitar o momento presente. Quem vive no (e para o) momento presente vive com uma confiança absoluta de que Deus não nos deixa faltar nada, pois Ele cuida de cada pequeno detalhe de nossa vida.
Esta é a verdade que eu devo assumir na minha vida. Deus cuida de mim, da minha parte quer somente que n'Ele confie.
Temos que confirmar cada vez o nosso Batismo
Qual a consequência do Batismo no Espírito Santo?
Esta é a consequência do Batismo no Espírito Santo:Deus começa a nos usar com uma eficácia única, eficácia divina!
Na verdade, o Espírito Santo já está em você. A questão não é de merecimento ou grau de santidade, como pensam alguns. Você recebeu o Espírito Santo em seu Batismo, em sua Crisma. Com a terra acontece a mesma coisa: no fundo dela há veios, lençóis de água. É preciso perfurá-la até atingi-los. Logo que isso acontece, a água sobe com toda a força.
Da mesma forma, para que aconteça o Batismo no Espírito Santo é preciso apenas "perfurar a rocha" que, infelizmente, se criou em cada um de nós. Quando a região onde está o Espírito Santo é atingida, Ele vem com toda a força. Foi o que aconteceu em Pentecostes.
Na verdade, o Espírito Santo já está em você. A questão não é de merecimento ou grau de santidade, como pensam alguns. Você recebeu o Espírito Santo em seu Batismo, em sua Crisma. Com a terra acontece a mesma coisa: no fundo dela há veios, lençóis de água. É preciso perfurá-la até atingi-los. Logo que isso acontece, a água sobe com toda a força.
Da mesma forma, para que aconteça o Batismo no Espírito Santo é preciso apenas "perfurar a rocha" que, infelizmente, se criou em cada um de nós. Quando a região onde está o Espírito Santo é atingida, Ele vem com toda a força. Foi o que aconteceu em Pentecostes.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Tenhamos que ser aprendiz de Deus
Aprendizes |
Se todos fôssemos mestres, a quem ensinaríamos? Se de tudo soubéssemos, por que aqui estaríamos? No entanto, temos diante da vida, na maioria das vezes, uma postura de tudo saber, de poder emitir idéias, avaliações, estabelecer conceitos... E cheios de nós mesmos, como um balão que se enche e se eleva para poder ser visto por todos, seguimos com essa ilusão que teimamos em alimentar, buscando cada vez mais nos auto-afirmar (tanto para os outros, quanto para nós mesmos). Em todas as matérias somos doutores; nas coisas da vida, diplomados. A todo instante distribuindo conselhos, pareceres, instruções àqueles que nos ouvem. Tudo parecemos saber, quando tão pouco conhecemos! O que será que desencadeou essa nossa postura? Orgulho? Inteligência? Prepotência? Ignorância? Poderei desfilar aqui mil motivos, justificativas... todas disfarces do medo. O medo que nos assola é tamanho, tão grande, que cria a lista de adjetivos citados acima, apenas para não ser descoberto. Por medo de não saber, fingimos saber tudo. E o que é pior, convencemos aos outros e a nós mesmos. Enquanto o medo permanece, cresce e cria novas formas de nos manter cativos e ignorantes. Não temos que saber tudo! Não temos que provar nada aos outros. Temos que conhecer o medo, lidar com ele e, humildemente, nos apresentarmos á vida como aprendizes. Pois, o verdadeiro mestre se auto-intitula aprendiz!..." |
Para Dom Murilo Krieger, Arcebispo de Salvador, a família deve se mirar no modelo de amor da Santíssima Trindade
Casal em dificuldade deve redescobrir sentido do matrimônio
Para um casal católico que passa por dificuldades conjugais, o primeiro passo para superá-las é redescobrir o Sacramento do Matrimônio e redescobrir a relação com a Igreja, que é transmissora daquilo que Cristo viveu e ensinou, salienta o Arcebispo Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.
“A família deve ser uma comunidade de amor, à luz da comunidade de amor que é a Santíssima Trindade. O mundo de hoje não tem essa consciência do papel de família. Vale recordar o que o Papa João Paulo II disse ‘Família, torna-te aquilo que és’, então a família deve se voltar àquele projeto inicial de Deus”, destaca.
Superando as dificuldades
Para o Arcebispo de Salvador, um dos maiores desafios, se não o maior, é a falta de objetivo, a não compreensão do que se quer como família.
“Deus tem um plano: que a família seja uma expressão da família da Santíssima Trindade. Quando se esquece isso se perde o sentido, o objetivo mais importante da família, e aparecem tantos absurdos”, reforça.
Dom Murilo salienta que o mundo de hoje é um mundo muito individualista apregoa que cada um deve procurar resolver seus problemas.
“Num mundo assim não há sacrifícios, renuncias. Então a pessoa se casa, mas quer buscar sozinha sua felicidade. Ora, o projeto de Deus é que nos realizamos à medida que nos doamos ao outro e essa doação que é importante buscar sempre mais na família”, enfatiza.
Doação supõe diálogo, troca de ideia, conhecimento do outro, entrar na intimidade do outro, ver as diversas realidades a partir do ângulo do outro. O arcebispo salienta que quando há diálogo, compreensão e busca de comunhão os problemas são facilmente superados.
Participação numa comunidade
Sozinhos muitas vezes temos dificuldade de caminhar. Por isso, Dom Murilo reforça que é importante não deixar de lado o apoio de pessoas que têm mais experiência.
Nessa troca de experiência se baseia o Encontro Matrimonial Mundial, movimento da Igreja Católica criado na Espanha, na década de 50, e que hoje se encontra em certa de 100 países.
Neste sábado, 12, e domingo, 13, cerca de 450 casais e 25 sacerdotes vindos de todo o Brasil se reunião em Salvador (BA) para V Convenção Nacional do Encontro Matrimonial Mundial. O objetivo do encontro é refletir sobre a contribuição da família no mundo contemporâneo.
“Assim, a grande vantagem de uma grande convenção como essa é a busca da troca de experiências para entender como o outro do sul, do noroeste ou da Amazônia, conseguiu superar determinadas dificuldades. Dessa partilha nasce muita luz, pois Jesus prometeu estar em meio àqueles que se reúnem em seu nome; Ele traz o Espírito Santo para ajudar os casais a superar seus desafios”, diz Dom Murilo.
Este movimento ligado à Pastoral da Família está no Brasil há 35 anos e nesta convenção se reunirão casais e sacerdotes já engajados no mesmo.
“A família deve ser uma comunidade de amor, à luz da comunidade de amor que é a Santíssima Trindade. O mundo de hoje não tem essa consciência do papel de família. Vale recordar o que o Papa João Paulo II disse ‘Família, torna-te aquilo que és’, então a família deve se voltar àquele projeto inicial de Deus”, destaca.
Superando as dificuldades
Para o Arcebispo de Salvador, um dos maiores desafios, se não o maior, é a falta de objetivo, a não compreensão do que se quer como família.
“Deus tem um plano: que a família seja uma expressão da família da Santíssima Trindade. Quando se esquece isso se perde o sentido, o objetivo mais importante da família, e aparecem tantos absurdos”, reforça.
Dom Murilo salienta que o mundo de hoje é um mundo muito individualista apregoa que cada um deve procurar resolver seus problemas.
“Num mundo assim não há sacrifícios, renuncias. Então a pessoa se casa, mas quer buscar sozinha sua felicidade. Ora, o projeto de Deus é que nos realizamos à medida que nos doamos ao outro e essa doação que é importante buscar sempre mais na família”, enfatiza.
Doação supõe diálogo, troca de ideia, conhecimento do outro, entrar na intimidade do outro, ver as diversas realidades a partir do ângulo do outro. O arcebispo salienta que quando há diálogo, compreensão e busca de comunhão os problemas são facilmente superados.
Participação numa comunidade
Sozinhos muitas vezes temos dificuldade de caminhar. Por isso, Dom Murilo reforça que é importante não deixar de lado o apoio de pessoas que têm mais experiência.
Nessa troca de experiência se baseia o Encontro Matrimonial Mundial, movimento da Igreja Católica criado na Espanha, na década de 50, e que hoje se encontra em certa de 100 países.
Neste sábado, 12, e domingo, 13, cerca de 450 casais e 25 sacerdotes vindos de todo o Brasil se reunião em Salvador (BA) para V Convenção Nacional do Encontro Matrimonial Mundial. O objetivo do encontro é refletir sobre a contribuição da família no mundo contemporâneo.
“Assim, a grande vantagem de uma grande convenção como essa é a busca da troca de experiências para entender como o outro do sul, do noroeste ou da Amazônia, conseguiu superar determinadas dificuldades. Dessa partilha nasce muita luz, pois Jesus prometeu estar em meio àqueles que se reúnem em seu nome; Ele traz o Espírito Santo para ajudar os casais a superar seus desafios”, diz Dom Murilo.
Este movimento ligado à Pastoral da Família está no Brasil há 35 anos e nesta convenção se reunirão casais e sacerdotes já engajados no mesmo.
domingo, 23 de outubro de 2011
SANTO DO DIA
São João de Capistrano
O santo de hoje fez da ação um ato de amor e do amor uma força para a ação, por isso, muito penitente e grande devoto do nome de Jesus chegou à santidade. João nasceu em Capistrano (Itália), em 1386, e com privilegiado e belos talentos, cursou os estudos jurídicos na universidade de Perusa. Juiz de direito, casado e nomeado governador de uma cidade na Itália, acabou na prisão por causa de intrigas políticas. Diante do sistema do mundo, frágil, felicidade terrena, e após a morte de sua esposa, João quis entrar numa Ordem religiosa. Com este objetivo teve João a coragem de vender os bens, pagar o resgate de sua missão, dar o resto aos pobres e seguir Jesus como São Francisco de Assis. O superior da Ordem, conhecendo os antecedentes de João, o submeteu a duras provas de sua vocação e, por tudo, João passou com humildade e paciência. Ordenado sacerdote consagrou-se ao poder do Espírito no apostolado da pregação; viveu de modo profundo o espírito de mortificação. João de Capistrano enfrentou a ameaça dos turcos contra a Europa e a tentativa de desunião no seio da própria Ordem Franciscana. Apesar de homem de ação prodigiosa e de suas contínuas viagens através de toda a Europa descalço, João foi também escritor fecundo, consumido pelo trabalho.São João tinha muita habilidade para a diplomacia; era sábio, prudente, e media muito bem seus julgamentos e suas palavras. Tinha sido juiz e governador e sabia tratar muito bem às pessoas. Por isso quatro Pontífices (Martinho V, Eugênio IV, Nicolau V e Calixto III) empregaram-no como embaixador em muitas e muito delicadas missões diplomáticas e com muito bons resultados. Três vezes os Sumos Pontífices quiseram nomeá-lo Bispo de importantes cidades, mas preferiu seguir sendo humilde pregador, pobre e sem títulos honoríficos. Em 1453, os turcos muçulmanos propuseram invadir a Europa para acabar com o Cristianismo. Então São João foi à Hungria e percorreu toda a nação pregando ao povo, incitando-o a sair entusiasta em defesa de sua santa religião. As multidões responderam a seu chamado, e logo se formou um bom exército de crentes. Os muçulmanos chegaram perto de Belgrado com 200 canhões, uma grande frota de navios de guerra pelo rio Danúbio, e 50.000 terríveis jenízaros da cavalo, armados até os dentes. Os chefes católicos pensaram em retirar-se porque eram muito inferiores em número. Mas foi aqui quando interveio João de Capistrano: empunhando um crucifixo, foi percorrendo com ele todas as fileiras, animando os soldados com a lembrança de que iam combater por Jesus Cristo, o grande Deus dos exércitos. tanta confiança e coragem inspirou a presença do santo aos cristãos, que logo ao primeiro ímpeto foi derrotado o exército otomano. Morreu aos 71 anos de idade a 23 de outubro de 1456 e foi beatificado pelo Papa Leão X e solenemente canonizado pelo Papa Alexandre VIII no ano de 1690.
São João de Capistrano, rogai por nós!
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